Pussy Riot na mídia


Com dois shows no Brasil e o lançamento, pela Ubu, do livro Um guia Pussy Riot para o ativismo, de Nadya Tolokonnikova, a banda punk ganhou destaque nos maiores veículos de comunicação brasileiros. A Ubu selecionou algumas das matérias.

Amanda Capuano para a Veja:

Entrevista realizada com Nadya Tolokonnikova, na qual a ativista fala, entre outras coisas, sobre seu livro recém-lançado, e dá conselhos às feministas brasileiras, “que estão enfrentando uma maré ultraconservadora no governo”.

G1
“Pussy Riot faz ode à comunidade LGBT+ em show marcado por protesto em SP”

Rafael Gregorio para a Folha de S. Paulo:

“[Este livro] é o arcabouço ideológico e estético do coletivo feminista [Pussy Riot], desde seus fundamentos anarcopunks até instruções mais objetivas, caso de “como formar uma banda política” […]. No livro, [Nadya] destaca uma premissa do grupo – a retomada do prazer, do mandamento “viver entre amor e risadas”. Daí a exuberância estética e o semblante jocoso e lúdico dos atos que comanda.”

Eliane Brum para o El País:

“Não há nada que os déspotas temem mais do que aqueles que riem deles. Para manter o medo e o ódio ativos é preciso banir o riso e o humor. Nadya aprendeu a rir de seus carcereiros nos dois anos em que ficou na prisão por ousar confrontar o autoritarismo do regime, provocando um movimento de solidariedade global […]. Na abertura do livro […] a artista de 29 anos parece estar escrevendo para os brasileiros que vivem sob a administração do ódio de Bolsonaro e de suas milícias digitais.”

Revista Cult:

“Mesclando fatos autobiográficos a análises políticas, [Nadya] convoca o leitor a deixar de se comportar como ‘a última espécie da Terra’ e a reivindicar o poder que hoje se concentra nas mãos de políticos e oligarcas.”

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livros relacionados

Um guia Pussy Riot para o ativismo

Nadya Tolokonnikova

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